segunda-feira, 4 de junho de 2012

Cheguei!


Uma odisséia e tanto, com direito a 10 horas voando, mais 3 horas de ônibus até chegar aqui em Bournemouth! Minha mãe, minha irmã e meu cunhado foram me levar ao Aeroporto Internacional 2 de Julho (sim, pra mim será sempre 2 de julho!) Na despedida, um chopinho com quibe e esfirra. Bye, bye Brasil!

Oito horas de vôo até Madri e no avião conheci a Sandra, uma dentista de Itabuna muito simpática que ia passar férias na Espanha. Já em Madri, meu primeiro perrengue: ao passar pela imigração, quase fico presa! Eles são miseráveis mesmo, os espanhóis são insuportáveis! Implicaram com meus documentos, disseram que não eram válidos. Quase comecei a chorar de tanto nervoso. Eles só me deixaram passar pq era uma conexão para Londres e eu não ia ficar lá na Espanha, mas o agente me esculhambou. “Eu vou deixar vc passar dessa vez, mas na próxima nem pensar!”, gritou ele. Eles fazem isso pra por terror, mais nada. Meus documentos estão todos ok, levei tudo organizadinho...

De Madri, peguei a conexão e o voo durou 2h. Enquanto a imigração inglesa, nossa, outra coisa... Foram rigorosos, me fizeram um monte de perguntas e respondi bem, com vários detalhes sobre minha vida aí no Brasil. Mas foram MIL VEZES mais educados que os espanhóis e nao duvidaram da validade dos meus documentos. Ao chegar, os próprios agentes da imigração me ensinaram qual ônibus pegar pra ir pra cidade onde estou, Bournemouth. Muito educado e solícito o povo daqui.

O ônibus da empresa National Express dá uma volta e tanto e passa por várias cidades antes de chegar aqui. Foi bom para ver o estilo de cada uma e sentir o clima do lugar. Mas eu estava exausta e foram torturantes 3 horas até chegar na rodoviária de Bournemouth. A passagem de ônibus do aeroporto de Gatwick para B'mouth custou 37 pounds. Peguei um táxi e a motorista Sandra puxou conversa como todo bom taxista: "Nestes últimos dias estava fazendo sol, dias bonitos. Só começou a chover e fazer frio hoje". Normal, pensei. É tradição passada de mãe para filha e onde eu e minha mãe chegamos, seja lá onde for, CHOVE. Quando fui até Goiânia em 2010, não chovia por 4 meses até o dia em que eu cheguei! Vou vender meus serviços para o sertão nordestino.

A família que me recebeu é uma graça, um casal muito simpático. Eles foram muito receptivos, me apresentaram a casa e já tinha um café quentinho na cafeteira me esperando... Tudo o que precisava, já que estava 15º de frio e ainda chuviscava! Conversamos até altas horas e já percebi que o inglês daqui é bem diferente do americano que aprendi no CCAA. Mas é só se concentrar que dá para entender.

No dia seguinte, tomei meu primeiro café da manhã aqui. Como disse em um dos primeiros posts, o pacote de itercãmbio que comprei inclui café da manhã e jantar. Não é lá um café da manhã de hotel, mas tem o que a gente come aí no Brasil. Pão integral, manteiga, geleia de frutas, marmelada, mel e uma pasta de chocolate parecida com nuttela. além de café, leite e cereais. Conheci a Eva, a filhinha de 3 anos de Roxanne e Peter. Uma fofa, muito educada. Conheci também minha colega de intercâmbio, a Mirriam (acho que é assim que se escreve). Ela é da Suíça e está hospedada em outro quarto da casa. Está passando 3 meses aqui em Bournemouth e me pareceu bem simpática. Hoje ela me chamou pra dar um rolé na cidade e aprender a andar de ônibus.

Ah, aqui é feriadão do Jubileu de Diamante da Rainha Elizabeth! Minhas aulas só começam na quarta-feira. Então, esses primeiros dois dias serão de pura curtição!

O meu quarto é grande, com cama de casal, armário, cômoda e escrivaninha. Seguem fotos da casa e dos cômodos do lar da família Simons. Se essa primeira impressão imperar, a minha estadia aqui será ótima!












sexta-feira, 1 de junho de 2012

Malas prontas? Hora de pegar a pista!


Aqui está a minha bagagem para passar 1 mês em Bournemouth. Me superei! Arrumei tudo o que queria em uma mala média (viu, Jamile Amine?) e mais uma mochila de 35 litros que levarei como bagagem de mão.


Fazer uma lista com tudo o que precisarei me ajudou bastante. Na última semana, ganhei um checklist da agência, que também foi bem útil na hora de arrumar a mala sem esquecer de nada. Tem também um site que eu AMO, o Organize, que oferece uma checklist de viagem muito legal e completa para impressão. É só ver o que já tem e ir marcando no papel. Uma mão na roda! Acesse aqui e imprima a tabela.

No meio das bagagens tem coisinhas bem especiais. Estou levando uma camisa do Vitória, meu time do coração aqui em Salvador, e outra do Brasil, para desfilar nos dias de amistosos da seleção. Levo também a versão clássica das Havaianas, aquela que vem com a bandeirinha do Brasil. Nosso país está na moda, vou tirar onda de gateenha na terra da rainha. FATO! Rs.


Como eu disse no post anterior, é de bom tom levar uma lembrancinha para a família que vai te hospedar durante o intercâmbio. Então escolhi esse kit da Maria Cheirosa (foto), com sabonetes artesanais com formas (e cheiros) de frutas típicas brasileiras. Achei original, bonito e bem útil!

No final de semana do São João, 23 e 34 de junho, estarei em Barcelona me divertindo com minhas amigas Carla Leão e Beatriz Garcia. Para elas, levo lembrancinhas apetitosas para matarem a saudade das guloseimas juninas... Vão adorar, tenho certeza!
Embarco hoje, dia 2, às 21h50, daqui de Salvador. Faço conexão em Madri e sigo para Londres. Do aeroporto de Gatwick, pego um ônibus intermunicipal para a cidade onde vou morar.

Ou seja, meu próximo post será já em Bournemouth! Até lá, meu povo! Me desejem sorte!

quarta-feira, 16 de maio de 2012

E a casa da família?

Hoje descobri onde ficarei hospedada em Bournemouth. Será na casa da família Simons. A escola pede que o aluno faça contato pela internet com a família antes de embarcar. Vou mandar um e-mail e depois acender uma velinha para que a nossa convivência seja amigável. Segundo a etiqueta de intercâmbio, é interessante que o viajante leve um presentinho da sua cidade para a host family.

Muita gente fica incomodado em ficar na casa dos outros, mas nos pacotes de intercâmbio essa opção é a mais barata, pois além da hospedagem, você tem direito a meia pensão, o que inclui café da manhã e jantar. Há a possibilidade de ficar em residências estudantis, mas esta opção é mais cara e não tem direito às refeições. Mais liberdade, mas muito mais grana pra isso. Optei pela host family pela questão financeira e também pelo fato de que estar dentro de uma típica família inglesa pode me ajudar mais no desenvolvimento do idioma.

IMPORTANTE: Seja qual for seu destino, não esqueça de falar com detalhes tudo o que você gostaria de ter no seu quarto e na casa da família. Durante o fechamento do intercâmbio, o meu atendente me perguntou se eu tinha restrições sobre casa com crianças, animais e idosos. Perguntou também se eu queria ficar em uma casa sozinha, onde eu seria a única intercambista, ou se eu poderia ficar em uma casa que tivesse outros intercambistas hospedados em outros quartos. Quando esta última opção acontece, os integrantes são sempre do mesmo sexo e nunca são da mesma nacionalidade. Não tive restrições quanto a isso, logo, pode ser que tenha mais alguma estrangeira na casa dos Simons.

Dias depois, ao conversar com um colega de trabalho que já fez intercâmbio para Bournemouth, decidi acrescentar mais coisas à lista de exigências. Então pontuei:

- Internet: Preciso que tenha internet wifi disponível para mim na casa.
- Cozinha: Como estarei lá em junho, apenas 3 meses depois da minha cirurgia bariátrica, ainda vou precisar de cuidados na alimentação. Sei q o café e o jantar estão inclusos. Mas gostaria de poder usar a geladeira da casa e o fogão para guardar e preparar alimentos mais saudáveis. Pretendo comprar comidas nos supermercados e guardar em casa, para poder preparar comidinhas bacanas, sanduiches, frutas e tals, para comer em casa ou levar para a escola (seria tb uma forma de economizar com alimentação).
- Televisão: Gostaria que meu quarto tivesse uma! Segundo meu amigo, assistir ao noticiário ajuda a se familiarizar com o sotaque inglês.
- Banheiro - É possível ter um banheiro no quarto? Se sim, EU QUEROOOO!

Voltando ao quesito comida, se você tiver alguma restrição alimentar ou alergia, deixe bem claro, escrito e documentado. Dizem que a alimentação não é lá essas coisas na Inglaterra, então, em casos de alergias e restrições, o bicho pode pegar.

Agora é torcer para que dê tudo certo!

sábado, 28 de abril de 2012

E a escola de lá é boa?

Tá, aí você pergunta: pra que diabos os 4 anos de CCAA serviram, se para falar inglês fluentemente você vai gastar uma baba de dinheiro fazendo curso de inglês no exterior? Muito simples. Os cursos que fazemos aqui no Brasil nos ensinam sim, fato, mas o medo de falar errado e a falta de segurança atrapalham o desenvolvimento do aprendizado – principalmente quando você não usa o inglês diariamente. Filmes ajudam, seriados ajudam, mas no frigir dos ovos, o seu idioma fica lá, atrofiando e enferrujando com a falta de uso. O aprendizado do inglês se divide em 3 etapas – o ouvir, o falar e o escrever (listen, speak and write). Tem gente que é melhor em um ponto, pior em outro, enfim, cada um assimila o idioma estrangeiro de um jeito.

A introdução chata é para explicar os motivos do intercâmbio ser uma experiência legal. “Ah, mas isso é coisa de adolescente”, dirá algum amigo tirado a sabidão. Mas não é, acredite. Quando o sabidão for fazer uma entrevista de emprego em uma grande empresa, uma multinacional, aí terá a pergunta: “Você tem alguma experiência internacional que não seja por turismo?”. Aí o sabidão, que leu todos os clássicos da literatura mundial, mas só foi uma vez ao Louvre e se acha profundo conhecedor da história da arte, vai ficar para trás. O sabidão não passará de mais um brasileiro classe média-alta que fez uma viagem pra fora do país.

O intercâmbio é diferente, principalmente aqueles com a opção de trabalho (chamados de work experience), pois te dão gana e instinto de sobrevivência em um país estranho – qualidades que são primordiais para fazer a diferença entre um zé-ruela e um empreendedor. Não preciso nem dizer qual dos dois nós queremos ser, né?


Agora, a minha escolinha lá em Bournemouth: Kaplan International Colleges. A boa localização e 70 anos de experiência em ensino de inglês para estrangeiros me fizeram optar por ela. É uma das mais renomadas e tem em diversas cidades do mundo. Achei que adicionar o nome dela ao meu currículo seria muito bom. Mesmo assim, ao escolher a Kaplan, me senti atirando no escuro, pois não conheço ninguém que estudou nela. Então, fui buscar na internet e achei comentários positivos. Vamos ver como será lá, né?

Gostei bastante do atendimento da Kaplan também. Duas funcionárias estão sempre online e todas as vezes que pedi sugestões e tirei dúvidas, elas foram bastante solícitas no atendimento por e-mail. Até preço do pão de Bournemouth elas me contaram, só pra ter uma ideia de como não me senti desamparada.


O que eu já sei é que a Kaplan, assim como todas as escolas de inglês lá fora, vai me receber em uma segunda-feira. Eles sempre abrem turmas às segundas. E neste dia farei um teste de nivelamento, para daí ser encaminhada para a minha turma, de acordo com o nível que eu apresentar.


Um dos primeiros e-mails que recebi de lá tinha descrito um exemplo de calendário de atividades – outro quesito que achei BEM legal lá na Kaplan. Além das aulas, que ocorrem nas manhãs de segunda à sexta, durante as tardes e noites eles fazem atividades de integração e de conversação, como idas ao cinema, passeios guiados por atrações turísticas da cidade, partidas de futebol e vôlei de praia, saraus de poesia e viola e – claro - as famigeradas festinhas temáticas.

Agora é esperar e ver se a expectativa se concretiza!

Passagens encontradas, perdida com as malas...


Hoje fechei as passagens com a agência. Tem gente que consegue valores mais baratos para as passagens comprando direto na internet, mas eu fiz mil pesquisas nas operadoras que saem com voos de Salvador e nenhuma teve o preço e facilidade de pagamento melhores que a agência onde comprei o meu intercâmbio, a IE. Então, fechei por lá mesmo. Hoje, com o câmbio do dólar na média de R$1,88, as passagens de ida e volta Salvador-Londres (Gatwick) saíram por R$ 2.239, com as taxas. Depois vou fazer um balancete para mostrar tudo o que foi investido financeiramente até aqui.

Passagens compradas, agora chega o momento de começar a arrumar a mala. A Air Europa, assim como a maioria das operadoras internacionais, só permite levar duas malas de até 32 quilos. Isso equivale a uma mala grande bem cheia. Como vou passar um mês na Inglaterra e num período equivalente ao fim da primavera e início do verão, creio que as roupas não vão pesar tanto. Portanto, decidi levar uma mala grande e uma mochila de 35 litros – esta última vai comigo como bagagem de mão. Comprei uma vermelha e preta bem bonitinha, que vai servir para levar bagagem nas viagens curtas dos finais de semana (já que de segunda a sexta estarei fazendo o curso de inglês). Ela também vai servir bastante depois, como companheira de trekking na Chapada Diamantina em viagens futuras. Um bom investimento!

A dúvida é: O que levar? Já me desesperei, perguntei a quem já foi para aquelas bandas e a reposta foi a mesma: “Relaxe, Brenda! Leva umas calças jeans, camisetas e faça umas combinações diferentes durante a viagem. Você vai ter tanta coisa para fazer que nem vai se ligar em roupa”. Ah, tá. Sei... Falar isso para mim, que me arrumo toda “combinandinha” até pra ir comprar quiabo na venda é uma heresia!! E a maior veio de Jamile Amine, amiga do peito completamente prática e direta: “Levei uma mala média pra passar 3 meses no inverno de Milão”. Quase uma monja tibetana de tão desapegada.


Procurando na internet...

- No site Matraqueando, MUITO BOM por sinal, tem informações bem legais de itens que não podem ser esquecidos ao embarcar. Aproveite e fuce bem o site, que tem dicas bem bacanas de economia em viagens. Vale a pena!

- Para as mulheres vaidosas, o blog Viagem pelo Mundo tem até listinha básica de maquiagem e cosméticos que não podem faltar na mala.

- Lá a voltagem é 220V. Logo, o secador e a chapinha devem ser bivolt. Lá, a entrada da tomada é diferente, mas nos supermercado vendem adaptadores baratinhos, os chamados "Ts".

- Para você, que assim como eu, não vai conseguir levar só roupa de malha que não amassa, uma boa é levar um ferro de passar especial pra viagens. Tem haste dobrável e não ocupa tanto espaço na mala! Tudo de lindo e aqui em casa tem um! UFA! Veja ele aqui.


O pior é que só poderei decidir o que levar de roupa na última semana da viagem, pois fiz cirurgia bariátrica recentemente e estou perdendo peso vertiginosamente. Enquanto não decido o que levar, fico aqui aceitando dicas de vocês, o que acham?

domingo, 25 de março de 2012

E como é lá?


Hoje vou lançar uma prévia do que encontrarei em Bournemouth e os principais motivos que me levaram a escolher esta cidade como destino do meu intercâmbio.

Bournemouth é uma cidade do condado de Dorset, na Inglaterra e fica a cerca de 170 quilômetros de Londres. Juntamente com com a cidade de Brighton, ela disputa o posto de melhor praia do litoral sul do país e se destaca por ter uma excelente qualidade de vida e muitas belezas naturais em seus 11 km de orla. No site da CI Intercâmbio tem uma página especial sobre a cidade, com detalhes sobre a cultura e até preços de serviços. Acesse aqui!


Pequenina, mas nem tanto:
Bournemouth é bem menor que Londres, portanto dá pra ir andando facilmente de um lugar para o outro. A população anda bastante de bicicleta e é possível alugar uma para facilitar e economizar com o transporte. Como é uma cidade de veraneio, tem toda uma estrutura bacana para receber bem pessoas, como bons restaurantes, pubs, parques e atividades culturais.


Custo mais baixo:
Como tudo é perto, a grana gasta com o transporte em Bournemouth será menor do que em Londres, que é famosa por ter uma das malhas ferroviárias mais complicadas da Europa, deixando até quem mora lá perdidinho da silva. Na IE Intercâmbio, escolhi um pacote com homestay (casa de família), com direito a meia-pensão. Ou seja, só terei custo de alimentação durante o almoço. O bom em Bournemouth é que tudo custa 30% a menos que em Londres. Ou seja, a graninha sobra pra você poder curtir outras cidades, comprar presentes e sair pras baladinhas.

É perto de Londres:
Como disse no segundo post, a grana que eu tenho disponível é curta. Mas ao invés de escolher uma cidade dos EUA ou Canadá, insisti na Inglaterra por ter muita vontade de ir à Europa. Então, busquei uma cidade do interior, próxima de Londres. Uma passagem de ônibus entre Bournemouth e Londres custa 30 libras, em média. Então, os finais de semana divertidos na megalópole britânica já estariam garantidos.


Tem praia:
O período que escolhi para fazer o intercâmbio também influenciou na escolha por Bournemouth. É uma cidade praiana e junho é o início do verão no hemisfério norte. Claro que nem vai dar pra tomar banho de mar, já que a água é sempre geladíssima. Mas a temperatura média de 20 graus do período vai dar pra curtir uns passeios de barco, tomar um solzinho e passear de havaianas na orla e nos parques floridos do lugar.

Gostou da cidade? Veja mais informações também no site oficial de Bournemouth.

sexta-feira, 23 de março de 2012

E aí, tá legal?



Legalizado, digo! Já escolheu o destino do seu intercâmbio, certo? Então é hora de se movimentar para regularizar sua situação diante a lei do nosso país e do país escolhido. Hora de renovar ou fazer o passaporte e correr atrás do visto, caso necessário. Tem países que você só entra se tiver com a vacinação em dia, por exemplo. Então, sebo nas canelas!

No caso da Inglaterra, é bem simples. Não é necessário tirar visto, ou seja, menos desgaste e custos. A avaliação é feita no aeroporto, assim que você chega no país. O agente da imigração vai realizar uma pequena entrevista e através da conversa ele vai decidir se aprova o visto ou não. Com um inglês basicão dá pra passar de boa por esse processo. Só tome cuidado para não responder errado. Caso não entenda a pergunta, peça para o agente repetir. Já pensou se ele pergunta “você é um terrorista?”, você entende “Você é um turista?” e responde um belo “YES”? #fudeu.

Não esqueça de levar consigo os documentos relacionados ao curso que você vai fazer. É interessante ter em mãos na entrevista com a imigração uma carta da escola/faculdade onde irá estudar, assim como endereço e reservas da casa/hostel/residência onde irá ficar durante o período. O visto de estudante, assim como o de turista, tem duração de até 6 meses. Se o período de estudo for maior que esse, é preciso adquirir um pré-visto pelo Consulado Britânico no Brasil.

Para entrar no Reino Unido é preciso também ter um valor em Libras, comprovado através do saldo do seu Visa Travel Card ou do limite do seu cartão de crédito internacional. Assim eles saberão que você tem condições de “sobreviver” no país durante o período escolhido.

Para maiores informações, entre no site do Consulado Britânico no Brasil.
Para renovar ou fazer o passaporte, informações no site da Polícia Federal.
Boa sorte!